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Sonhos e Medos (Parte 2)

"Ei, espera! Eu sou ótima de mira, mas não vim aqui caçar não, eu vim salvar um amigo, posso me juntar à vocês?" Ele me olhou com desdém, de cima embaixo, como se nunca tivesse me visto. Como podia acontecer tal coisa se ele conversava diariamente comigo?


Eu fui caminhando pela floresta densa, entre os gigantes pinheiros, pisando nos galhos caídos, cortados propositalmente. Fui acompanhando o grupo, enquanto meu "suposto" amigo liderava a equipe. Andamos muito até um certo local onde pudemos avistar os lindas famílias de cervos se alimentando, quando meu amigo mandou que todos parassem e não fizessem barulho. Ordenou que eu usasse aquela arma e mandou que eu atirasse.


Eu posicionei a espingarda, mãos trêmulas sem que ele percebesse minha situação e atirei para cima espantando todos aqueles animais indefesos. Ele me olhou incrédulo, gritando comigo. Eu abaixei a arma, olhei em seus olhos e perguntei: "você quer sentir o gosto metálico na boca e o cheiro de sangue? Amanhã à noite quer voltar para cá? É isso mesmo que você quer para sua eternidade, matar vidas?"


Ele me olhou com olhos enfurecidos, como eu nunca tinha visto. Naquele momento começou a falar comigo e sem eu entender nada, comecei a ver um ar nebuloso como se eu estivesse caindo da cama...


Acordei, perdi a hora, já passava das 6h15 e eu ia chegar atrasada!





2. Confronto: O protagonista deve confrontar esse medo durante seus sonhos. A resolução desse confronto deve ser significativa para o arco do personagem.

2. Ambiente Onírico: Descreva os cenários dos sonhos de maneira surreal e impressionista, permitindo que a imaginação dos leitores os leve a mundos além da realidade cotidiana.

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