Travessia - Corpo e Pertencimento
- Stela Alves

- há 1 dia
- 1 min de leitura
Um corpo com rigidez,
um corpo guardião de histórias,
Um corpo de memórias,
Um corpo pertencente.
Um corpo não resiliente -
na perda do amor,
só dor.
O tempo arrasta passos.
Mas nos frutos ainda há sorriso.
No coração, a ferida cresce.
E o tempo escorrega, se renova.
Nasce a mulher.
Aprende a ser mulher.
Vive o tempo que a vida lhe dá.
Sorriso aberto.
Rosto jovial.
Criança interna que resiste.
Nasceu para pertencer.
E no sopro da vida,

descobre que a rigidez
é apenas raiz -
que sustenta,
mas não aprisiona.
Floresce inteira,
leve,
livre,
feliz.
22/02/26
Uma escrita que parte de um começo na rigidez, atravessa a dor, passa pelo tempo e floresce no pertencimento.
Imagem braço rosa - Midia Wix.





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