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Amor

"Amor meu grande amor..." Angela Ro Ro, Barão Vermelho, Cazuza...


Serei criteriosa para falar de amor, talvez possa ser o mais desafiador ou o mais simples, talvez o mais complexo, esse tal de amor próprio. Como conquistamos nosso amor próprio com tantas interpéries sociais, não que a sociedade seja um desastre sem ser de fato, com suas imposições lineares, "nasceu, cresceu, estudou, casou, teve filhos e morreu", mas onde entra o poder pessoal do conhecimento em si mesmo para alcançar a transcendência do amor em si mesmo? Está aí um caminhar, um processo atingível e possível. E, não que seja o primeiro na escala da vida. Ele pode chegar depois que andamos muito e nos ferramos muito mais, na tabela chamada vida que não deu certo; vamos tentar de novo?


O amor por outras vidas não é algo incondicional porque temos que ter condições para amar alguém. Nem mães e nem pais tem amor incondicional por seus filhos quando esses não sabem amar, por não ter aprendido a ser amado, na atitude de seus cuidadores, por terem sido abandonados ou por estarem em famílias tóxicas.


E, se tratando de condições para amar, ninguém consegue amar alguém se esse alguém não tem afeto e acolhimento. Podemos amar quem sentirmos afeto e quem e por quem pudermos acolher e sermos acolhidos.


Tem algo muito maior que amor nesse processo de amar, chamado "responsabilidade afetiva", seja numa relação familiar, seja numa relação de amizade, seja num romance porque se refere as formas de comunicação não-violenta, se trata do como se trata o outro ser, de como se fala porque não é somente o que se fala e sim como o outro vai receber o que você falou.


Em responsabilidade afetiva tem acolhimento, tem afeto, tem respeito, tem amor.


Contorno de um Coração desenhado em preto


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