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Flores? Punhos!

Dia de flores?

É dia de punhos erguidos.

De vozes firmes, de lembrar que chegamos até 

aqui porque mulheres ousaram desafiar 

o silêncio, o medo e a morte.

É memória das que tombaram para que 

pudéssemos caminhar. 

E força das que resistem.

É dia de lembrar as mulheres que foram 

assassinadas por homens, 

por outras mulheres, ou pelas que não 

suportaram a violência 

e se calaram para sempre.

É revolta contra a desigualdade que insiste em 

nos prender.

É dureza contra o machismo que mata todos os 

dias.


Somos mil vozes, 

mil corpos, 

mil histórias que se entrelaçam em resistência.

Cada mulher que se levanta hoje carrega em si 

todas as que vieram antes.

O Dia Internacional da Mulher não é celebração 

vazia.

É denúncia.

É luta.



Que nossas vozes sejam sementes de futuro

e nossas mãos,

abrigo umas das outras.


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