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E agora, José!

Boa tarde, Pedro!


Venho por meio deste, comunicar-lhe que houve um grande imprevisto e não poderei retornar ao trabalho nesta segunda-feira.


Como sabes, vim visitar minha irmã Paloma que acabou de ganhar neném. Diante da nossa alegria, acabei esquecendo a chave canivete do meu Volkswagen na mesinha baixa da sala e Gregório, o labrador, engoliu a mesma. Até tentei colocar minha mão na boca dele, cheio de baba, mas não deu tempo.


Aqui na cidade de Formigueiros, os chaveiros estão em greve e não trouxe a chave reserva. O carro de minha irmã esta na revisão, sabe como é; agora temos um caçula na família e precisamos garantir sua segurança.


Mediante do meu desespero, Raimundo, meu cunhado, preparou um laxante dose "cachorrar" para Gregório e um copo de whisky sem gelo, para mim. Nisso, o cachorro começou a latir, o bebe começou a chorar e o telefone começou a tocar insistentemente.

Pedro, acredita que meu cunhado, diante desse auê todo, entregou o laxante para mim e o whisky para o labrador?


Talvez, você me pergunte: E agora, José?


Bem, estou aqui assado no "trono" desde ontem e aguardando o chaveiro da cidade vizinha vir me socorrer.


Assim que tudo normalizar por aqui, já corro pro escritório. Mas, nesta segunda, sem chance. Desculpa, chefe. Agradeço a compreensão.


José Mendes

Auxiliar Administrativo

Grandes Empresas, Pequenos Negócios S/A





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