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11 Cronistas do BR Que Vale a Pena Ler e se Inspirar

Hey, migues!


Esta semana dedicada a escrita de crônicas do nosso "Desafio 365 Dias de Escrita", tem me inspirado muito.


Decide trazer um post curtinho sobre alguns e algumas cronistas famoses que se estabeleceram aqui em terras tupinikins.


Postzinho para vocês se inspirarem, irem atrás para ler, conhecer, e arrasarem na escrita das suas crônicas.


Então, sem mais demoras, parceiros e parceiras, aqui estão pequenas biografias e trechos de crônicas de oito escritores e escritoras que nossa equipe selecionou:


  • 1 - Carlos Drummond de Andrade (1902-1987): O mano foi um poeta, contista e cronista brasileiro. É considerado um dos maiores poetas da língua portuguesa no século XX, e sua obra abrange uma vasta gama de temas, desde o cotidiano até questões existenciais e sociais. E está frase que separamos é uma que mais gosto e levo pra vida (Vai que alguém tá pensando em roubar um banco né?)


"O cofre do banco contém apenas dinheiro. Frustar-se-á quem pensar que nele encontrará riqueza."


  • 2 - Rubem Braga (1913-1990): Foi um dos mais importantes cronistas brasileiros. Suas crônicas são conhecidas pela leveza e pela habilidade de transformar o cotidiano em literatura.


"Nada se assemelha mais à felicidade perdida do que a lembrança da felicidade."


  • 3 - Luís Fernando Veríssimo: Nascido em 1936, Luís Fernando Veríssimo ta vivo ainda gente (2024) e é um escritor, humorista, cartunista e músico brasileiro. Filho de Érico Veríssimo, é conhecido por suas crônicas bem-humoradas e satíricas.


"Era um homem de muitas palavras. E de uma só palavra, dita sempre na hora certa."


  • 4 - Fernando Sabino (1923-2004: Foi um escritor e jornalista brasileiro. Sua obra é marcada pelo humor e pela crônica do cotidiano. Vale muito a pena conhecer (digo pois sei que não é um nome tããão conhecido apesar desta frase abaixo ser do homi).


"No fim tudo dá certo, e se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim."


  • 5 - Carlos Heitor Cony (1926-2018): Foi um escritor e jornalista brasileiro. Suas crônicas, muitas vezes carregadas de crítica social e política, marcaram época no jornalismo brasileiro.


"O homem não vive de quimeras. Se viver, está perdido. Não há coisa mais triste do que o homem sem realidade."


  • 6 - Caio Fernando Abreu (1948-1996): Foi um escritor e jornalista brasileiro. Sua obra é conhecida pela profundidade emocional e pela abordagem de temas como a solidão, o amor e a identidade.


"Não é que eu pense muito em você. Só penso, só isso."


  • 7 - Lima Barreto (1881-1922): Foi um escritor e jornalista brasileiro gay, que metia o dedo (para não falar o P@u) na ditadura, reconhecido por suas críticas sociais e pelo retrato realista da sociedade carioca do início do século XX.


"A melhor coisa do mundo é ser louco, como os outros nos julgam."


  • 8 - João do Rio (1881-1921): Foi um jornalista, cronista e escritor brasileiro. Seu nome verdadeiro era Paulo Barreto, e ele é conhecido por suas crônicas sobre a vida urbana no Rio de Janeiro.


"A cidade é uma mulher que passa, que se ama ou que se morre."


  • 9 - Cecília Meireles (1901-1964): Foi uma poeta, professora e jornalista brasileira. Sua obra poética é marcada pela musicalidade e pela profundidade lírica.


"Aprendi com as primaveras a me deixar cortar e voltar sempre inteira."


  • 10 - Nelson Rodrigues (1912-1980): Foi um dramaturgo, jornalista e escritor brasileiro. Suas crônicas são conhecidas pelo estilo mordaz e pelas críticas à sociedade.


"O casamento é o máximo da felicidade ou o máximo da desgraça."


  • 11 - Clarice Lispector (1920-1977): Foi uma das maiores escritoras brasileiras, nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira. Sua obra é marcada pelo estilo introspectivo e psicológico.


"E se me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar."


Taí, Sisters & Brothers, uma seleçãozinha de alguns e algumas escritoras e cronistas do nosso BR. Vale MUITO a pena você dar uma pesquisada e ler uma ou outra crônica deles. Além de te transportar para uma outra época, algumas coisas e reflexões não envelhecem. É um passa tempo muito do bom para para ler esses e essas feras da canetada.


Até a próxima pessoal!


Lendo Muita Crônica Por Aqui,

Milly Alves



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